os sons ficam mais altos, as luzes fazem com que meus olhos passem a doer e minha visão fica turva, doendo minha cabeça. tudo o que me toca (incluindo roupas, lingua, sapatos e cabelo) começa a ser sentido mais intensamento, causando incomodo e coceira. sinto uma falta de ar que fica cada vez mais intensa, e quanto mais eu respiro, mais ela se intensifica. meus pensamentos aumentam de volume, fazendo com que minha cabeça e ouvidos doam muito. são como gritos. a ansiedade cresce, me sinto observado e com medo de olhar ao redor, pensando que a qualquer momento vou dar de cara com algo ou alguém. sinto medo de tudo e começo a delirar. se eu pensar que alguém morreu, essa pessoa realmente vai morrer? e se eu cair agora? e se alguém quiser me matar? será que eu vou cair? sinto que estou enlouquecendo, que vou perder o controle. começo a pensar em tudo ao mesmo tempo, e sem conseguir focar em nada, me sinto sobrecarregado. meus músculos se contraem inconscientemente e sinto uma abrupta vontade de gritar que logo se dissipa. e volta. e se dissipa. e volta. e vai embora de novo. todo o meu corpo coça, estou chorando e sinto as lágrimas penetrando minha pele facial, o que me incomoda profundamente. sinto vergonha, sinto medo, sinto que ninguém nunca vai me amar. ninguém nunca vai me amar. eu não sou importante. eu não existo. nada existe. meus cílios coçam, piscar os olhos me é incomodo, estar de olhos abertos dói mas não consigo mantê-los fechados - imediatamente me causa medo e visões perturbadoras. eu não queria ter nascido. o problema está em mim. não pertenço a este lugar. não pertenço a lugar algum. estou com medo. eu não existo. sinto medo de pessoas que me fizeram mal, sinto medo do [REDIGIDO], sinto medo do meu [REDIGIDO], sinto medo [REDIGIDO], sinto muito medo. me sinto suja. o assédio foi culpa minha. o [REDIGIDO] foi culpa minha. sinto cada toque, cada sensação, cada tapa, sinto [REDIGIDO]. eu não mereço nada além do esquecimento. não quero que aconteça de novo. me sinto constrangida. me lembro do olhar, do medo que senti. "preciso sair daqui ou ele voltará". eu deveria ter usado [REDIGIDO]. a culpa foi minha. nunca conseguiria me defender. arranho todo o meu corpo, tentando arrancar minha própria pele. minha mente se divide entre a lógica e a ansiedade. ainda sinto [REDIGIDO]. a culpa é toda minha. não consigo parar de me arranhar. me sinto sozinha. eu mereço. a culpa é minha. preciso esticar minhas pernas. preciso franzir a sobrancelha. preciso repetir palavras e sons urgentemente. preciso dobrar os dedos. preciso esticar a coluna. preciso coçar minhas duas narinas de forma que as duas sejam coçadas igualmente. preciso engolir saliva. TODA a saliva. sinto minha cabeça coçar, são insetos? tem algo no meu cabelo. isso vai entrar na minha cabeça. preciso de ajuda. não posso pedir ajuda. preciso me isolar, apagar todas as redes e nunca mais sair do quarto. ninguém pode me ver. preciso me matar. por que tive que nascer assim? me desculpa. não posso ficar no escuro. me desculpa. eu sou um desperdício. minha mãe merecia uma filha melhor. meu pai merecia um menino. eu sou o erro. eu fui o erro. me desculpe. eu não mereço o perdão de ninguém. tudo o que eu queria era o perdão. eu não mereço.os sons ficam mais altos, as luzes fazem com que meus olhos passem a doer e minha visão fica turva, doendo minha cabeça. tudo o que me toca (incluindo roupas, lingua, sapatos e cabelo) começa a ser sentido mais intensamento, causando incomodo e coceira. sinto uma falta de ar que fica cada vez mais intensa, e quanto mais eu respiro, mais ela se intensifica. meus pensamentos aumentam de volume, fazendo com que minha cabeça e ouvidos doam muito. são como gritos. a ansiedade cresce, me sinto observado e com medo de olhar ao redor, pensando que a qualquer momento vou dar de cara com algo ou alguém. sinto medo de tudo e começo a delirar. se eu pensar que alguém morreu, essa pessoa realmente vai morrer? e se eu cair agora? e se alguém quiser me matar? será que eu vou cair? sinto que estou enlouquecendo, que vou perder o controle. começo a pensar em tudo ao mesmo tempo, e sem conseguir focar em nada, me sinto sobrecarregado. meus músculos se contraem inconscientemente e sinto uma abrupta vontade de gritar que logo se dissipa. e volta. e se dissipa. e volta. e vai embora de novo. todo o meu corpo coça, estou chorando e sinto as lágrimas penetrando minha pele facial, o que me incomoda profundamente. sinto vergonha, sinto medo, sinto que ninguém nunca vai me amar. ninguém nunca vai me amar. eu não sou importante. eu não existo. nada existe. meus cílios coçam, piscar os olhos me é incomodo, estar de olhos abertos dói mas não consigo mantê-los fechados - imediatamente me causa medo e visões perturbadoras. eu não queria ter nascido. o problema está em mim. não pertenço a este lugar. não pertenço a lugar algum. estou com medo. eu não existo. sinto medo de pessoas que me fizeram mal, sinto medo do [REDIGIDO], sinto medo do meu [REDIGIDO], sinto medo [REDIGIDO], sinto muito medo. me sinto suja. o assédio foi culpa minha. o [REDIGIDO] foi culpa minha. sinto cada toque, cada sensação, cada tapa, sinto [REDIGIDO]. eu não mereço nada além do esquecimento. não quero que aconteça de novo. me sinto constrangida. me lembro do olhar, do medo que senti. "preciso sair daqui ou ele voltará". eu deveria ter usado [REDIGIDO]. a culpa foi minha. nunca conseguiria me defender. arranho todo o meu corpo, tentando arrancar minha própria pele. minha mente se divide entre a lógica e a ansiedade. ainda sinto [REDIGIDO]. a culpa é toda minha. não consigo parar de me arranhar. me sinto sozinha. eu mereço. a culpa é minha. preciso esticar minhas pernas. preciso franzir a sobrancelha. preciso repetir palavras e sons urgentemente. preciso dobrar os dedos. preciso esticar a coluna. preciso coçar minhas duas narinas de forma que as duas sejam coçadas igualmente. preciso engolir saliva. TODA a saliva. sinto minha cabeça coçar, são insetos? tem algo no meu cabelo. isso vai entrar na minha cabeça. preciso de ajuda. não posso pedir ajuda. preciso me isolar, apagar todas as redes e nunca mais sair do quarto. ninguém pode me ver. preciso me matar. por que tive que nascer assim? me desculpa. não posso ficar no escuro. me desculpa. eu sou um desperdício. minha mãe merecia uma filha melhor. meu pai merecia um menino. eu sou o erro. eu fui o erro. me desculpe. eu não mereço o perdão de ninguém. tudo o que eu queria era o perdão. eu não mereço.os sons ficam mais altos, as luzes fazem com que meus olhos passem a doer e minha visão fica turva, doendo minha cabeça. tudo o que me toca (incluindo roupas, lingua, sapatos e cabelo) começa a ser sentido mais intensamento, causando incomodo e coceira. sinto uma falta de ar que fica cada vez mais intensa, e quanto mais eu respiro, mais ela se intensifica. meus pensamentos aumentam de volume, fazendo com que minha cabeça e ouvidos doam muito. são como gritos. a ansiedade cresce, me sinto observado e com medo de olhar ao redor, pensando que a qualquer momento vou dar de cara com algo ou alguém. sinto medo de tudo e começo a delirar. se eu pensar que alguém morreu, essa pessoa realmente vai morrer? e se eu cair agora? e se alguém quiser me matar? será que eu vou cair? sinto que estou enlouquecendo, que vou perder o controle. começo a pensar em tudo ao mesmo tempo, e sem conseguir focar em nada, me sinto sobrecarregado. meus músculos se contraem inconscientemente e sinto uma abrupta vontade de gritar que logo se dissipa. e volta. e se dissipa. e volta. e vai embora de novo. todo o meu corpo coça, estou chorando e sinto as lágrimas penetrando minha pele facial, o que me incomoda profundamente. sinto vergonha, sinto medo, sinto que ninguém nunca vai me amar. ninguém nunca vai me amar. eu não sou importante. eu não existo. nada existe. meus cílios coçam, piscar os olhos me é incomodo, estar de olhos abertos dói mas não consigo mantê-los fechados - imediatamente me causa medo e visões perturbadoras. eu não queria ter nascido. o problema está em mim. não pertenço a este lugar. não pertenço a lugar algum. estou com medo. eu não existo. sinto medo de pessoas que me fizeram mal, sinto medo do [REDIGIDO], sinto medo do meu [REDIGIDO], sinto medo [REDIGIDO], sinto muito medo. me sinto suja. o assédio foi culpa minha. o [REDIGIDO] foi culpa minha. sinto cada toque, cada sensação, cada tapa, sinto [REDIGIDO]. eu não mereço nada além do esquecimento. não quero que aconteça de novo. me sinto constrangida. me lembro do olhar, do medo que senti. "preciso sair daqui ou ele voltará". eu deveria ter usado [REDIGIDO]. a culpa foi minha. nunca conseguiria me defender. arranho todo o meu corpo, tentando arrancar minha própria pele. minha mente se divide entre a lógica e a ansiedade. ainda sinto [REDIGIDO]. a culpa é toda minha. não consigo parar de me arranhar. me sinto sozinha. eu mereço. a culpa é minha. preciso esticar minhas pernas. preciso franzir a sobrancelha. preciso repetir palavras e sons urgentemente. preciso dobrar os dedos. preciso esticar a coluna. preciso coçar minhas duas narinas de forma que as duas sejam coçadas igualmente. preciso engolir saliva. TODA a saliva. sinto minha cabeça coçar, são insetos? tem algo no meu cabelo. isso vai entrar na minha cabeça. preciso de ajuda. não posso pedir ajuda. preciso me isolar, apagar todas as redes e nunca mais sair do quarto. ninguém pode me ver. preciso me matar. por que tive que nascer assim? me desculpa. não posso ficar no escuro. me desculpa. eu sou um desperdício. minha mãe merecia uma filha melhor. meu pai merecia um menino. eu sou o erro. eu fui o erro. me desculpe. eu não mereço o perdão de ninguém. tudo o que eu queria era o perdão. eu não mereço.